PESQUISE USANDO AS DATAS DAS MATÉRIAS:

19 de jun. de 2014

INICIAÇÃO NA NATAÇÃO - SUGESTÕES

(EXPERIENCIA ADQUIRIDAS EM ESTÁGIO, LEITURA E PESQUISA DE SITES)


AQUI IREI DESCREVER COMO ORIENTAR UM GRUPO DE ALUNOS QUE IRÃO INICIAR NA NATAÇÃO, AS INFORMAÇÕES QUE SE ENCONTRAM AQUI SÃO DE LEITURA DE LIVROS E DE ORIENTAÇÃO DE PROFESSORES ADQUIRIDAS AO LONGO DO ESTÁGIO.

Antes de tudo deve-se verificar se os alunos já tem alguma experiencia:
  • A pergunta de um milhão de reais quem sabe nadar??? E quem acha que sabe nadar???
OBS: Converse com os alunos conheça um pouquinho eles e deixe que eles conheçam você, pois nunca se esqueçam que muitos deles precisaram de uma mãozinha, e para que eles aceitem essa mãozinha eles terão que confiar em você, pois todos que tem medo tendem a se agarrarem no pescoço ai passa para o braço e depois lá pela 3º aula é que começaram a confiar na mão.

Aqueles que disseram que sabiam nadar ou que acham que sabe nadar, nada do que eles aprenderam ou o que foi ensinado para eles tá errado. Ai entra você, que tem como função corrigir algumas dessas experiencias.

E a primeira delas é corrigir a "RESPIRAÇÃO".

Fora d'água o mecanismo da respiração;(inspirar pela boca em forma de "O" e expirar pelo nariz)
Puxar o ar pela boca e soltar pelo nariz. (Fazer bastante bolinha)

Quando os alunos não tem nenhuma experiencia com o meio liquido, você pode iniciar com brigadeiras com as crianças sentadas na borda da piscina, e você começa dando orientações.

  • Quem consegue jogar mais água para cima batendo as pernas??? 

Depois de a criançada estiver bem molhada, você pode sugerir um passeio para conhecerem a piscina, ai fica seu critério se é cada um por si ou se dá as mãos e começa a conduzir o grupo de crianças.
Após o passeio a primeira coisa a ensinar é como "RESPIRAR".

Fora d'água o mecanismo da respiração;(inspirar pela boca em forma de "O" e expirar pelo nariz)
Puxar o ar pela boca e soltar pele nariz. (Fazer bastante bolinha)

Após as crianças terem dominado mais ou menos a técnica da respiração pode começar com os primeiros exercícios.

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ADAPTAÇÃO À ÁGUA: (Livro: 1000 Exercícios de Natação)
Geralmente, o primeiro contato com o meio líquido o aluno(a) sente alterações em seu corpo, que são na maioria das vezes normal. É necessário uma adaptação gradual com a finalidade de evitar o conhecido "trauma de água". Uma má adaptação ao meio líquido poderá influir negativamente em uma aprendizagem futura.Nesta fase de adaptação devemos dar confiança ao aluno afim de que ele aprenda a dominar este meio, deslocando-se e movimentando-se com facilidade.
Após esta fase, podemos dar início aos primeiros exercícios de adaptação.
1. Com o auxílio do professor, o aluno sentará na borda da piscina com as pernas dentro d'água sem movimentá-las.
2. Idem ao anterior, sendo que agora o aluno movimentará as pernas com o auxílio do professor.
3.Será pedido ao aluno que repita o mesmo movimento sozinho, no qual ele terá que flexionar e estender as pernas. O professor deverá estar dentrod‘água.
4. Em dec. ventral de frente para a piscina, o aluno colocará as mãos dentro d’água e fará movimentos circulares.
5. Idem ao anterior, só que além de fazer movimentos circulares, o aluno jogará água no rosto.
6. Com o auxílio do professor, o aluno descerá a escada entrando na piscina.
7. O aluno se deslocará pela piscina segurando as mãos do professor, afim de conhecer o meio em que irá trabalhar.
8. O aluno dará uma volta na piscina segurando na borda.Agora com o auxílio de uma prancha o aluno começará a senti;variações de resistência da água.
9. O aluno vai andar dentro da piscina segurando a prancha com os braços semi-flexionados com o auxílio do professor,(prancha na horizontal).
(PARA SABER MAIS LEIA O LIVRO, LÁ TEM BASTANTE DICAS E SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS E ATIVIDADES VOLTADAS PARA O MEIO LIQUIDO)

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Para a primeira aula os exercícios são voltados para a flutuação e deslocamento, o que chamamos de experiencias corporais, um dos problemas que eu tenho observado é a falta de consciência corporal e que muitas crianças e adolescentes não tem consciência do próprio corpo e tem dificuldade de identificar ou não sabem o que é o lado direito ou o lado esquerdo, ou seja, exercícios que também trabalhe essa questão de lateralidade dos pequenos e dos jovens também.


Tarefas alternativas para o ensino e
aperfeiçoamento das técnicas simultâneas de nado
Tareas alternativas para la enseñanza y el perfeccionamiento de las técnicas simultáneas de nado
*Departamento de Desporto
Instituto Politécnico de Bragança/CIDESD
**Departamento de Ciências do Desporto
Universidade da Beira Interior/CIDESD
***Departamento de Desporto, Exercício e Saúde
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro/CIDESD
****Departamento de Supervisão e Prática Pedagógica
Instituto Politécnico de Bragança
(Portugal)
Tiago Barbosa*barbosa@ipb.ptMário Costa*mariojoc@hotmail.comDaniel Marinho**marinho.d@gmail.comNuno Garrido*** | António Silva***
Telma Queirós****
ndgarrido@gmail.com





Resumo

          As tarefas “clássicas” de ensino das técnicas da Natação Pura Desportiva tendem a criar uma sobrecarga sobre algumas estruturas do aparelho locomotor, monotonia nas sessões, bem como, induzir uma menor plasticidade e riqueza no domínio motriz ou do controlo motor. Daí ser vulgar propor-se aos alunos tarefas de ensino diferenciadas, “alternativas”. As técnicas de nado de Bruços e de Mariposa são tidas como das mais complexas de ensinar por manifestas dificuldades coordenativas e/ou cineantropométricas dos alunos. É objectivo deste trabalho propor um modelo taxionómico para o ensino das técnicas simultâneas de nado, apresentar uma selecção de tarefas “alternativas” para o ensino das técnicas em causa, apontando as principais vantagens e desvantagens de cada uma.

          Unitermos: Natação. Ensino. Exercícios. Bruços. Mariposa.





Figura 3. Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento da acção dos membros inferiores nas técnicas de nado simultâneas

Figura 4. Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento da acção dos membros superiores nas técnicas de nado simultâneas

Figura 5 – Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento da sincronização inter-segmentar nas técnicas de nado simultâneas.


Tarefas alternativas para o ensino e
aperfeiçoamento das técnicas alternadas de nado
Tareas alternativas para la enseñanza y el perfeccionamiento de las técnicas alternadas de nado
*Departamento de Desporto. Instituto Politécnico de Bragança, CIDESD
**Departamento de Ciências do Desporto. Universidade da Beira Interior, CIDESD
***Departamento de Desporto, Exercício e Saúde
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro/CIDESD
****Departamento de Supervisão e Prática Pedagógica
Instituto Politécnico de Bragança
(Portugal)
Tiago Barbosa*
Mário Costa*
Daniel Marinho**
António Silva***
Telma Queirós****
barbosa@ipg.pt



Resumo

          Há um conjunto de tarefas-tipo que são recorrentemente citadas na literatura mais técnica como se especulando ser as mais eficazes para a apropriação das técnicas da NPD. Ainda assim, é vulgar a comunidade técnica propor aos alunos tarefas de ensino diferenciadas, que é como quem diz mais alternativas. É objectivo deste trabalho discorrer sobre as características das tarefas alternativas de ensino nas técnicas alternadas, propor um modelo taxionómico, apontar as principais vantagens e desvantagens e apresentar algumas tarefas neste âmbito para o ensino das técnicas de nado alternadas.

          Unitermos: Natação. Ensino. Exercícios. Crol. Costas


Drill técnico de Equilíbrio estático e dinâmico (#1)

Objectivo:

Vantagens:

Manter o alinhamento horizontal

Maior sensação de segurança do aluno

Fluxo de água tende a elevar os MI


Tracção por um colega ou professor em decúbito ventral e cabeça emersa

Variante: cabeça imersa

Desvantagens:

Menor independência do aluno

Acção passiva, sem auto-domínio

Cabeça emersa e aumento do arrasto

Erros típicos

Hipotética correcção

Flexão dos MS

Extensão completa dos MS e queixo próximo da água

Flexão dos MI

MI juntos e estendidos

Apneia inspiratória ou expiratória

Estar constantemente a ventilar

Drill técnico de Equilíbrio estático e dinâmico (#2)

Objectivo:

Vantagens:

Manter a posição hidrodinâmica

Fundamental

Componente lúdica associada


Deslize em imersão completa na posição hidrodinâmica, passado entre as pernas dos colegas

Variante: deslize em decúbito dorsal

Variante: deslize em decúbito lateral

Variante: MS junto ao tronco

Desvantagens:

Menos alunos a exercitar (diminui a densidade motora)

A distância percorrida também depende da potência no impulso na parede

Erros típicos

Hipotética correcção

Flexão dos MS

Extensão completa dos MS e mandíbula próxima da água

Flexão dos MI

MI juntos e estendidos

Apneia expiratória

Encher os pulmões de ar

Drill técnico de Equilíbrio estático e dinâmico (#3)

Objectivo:

Vantagens:

Rotação longitudinal do corpo

Rotação do corpo mantendo cabeça imóvel

Desenvolver a força específica dos MI


Batimento de permas de Costas, com rotação longitudinal do corpo para os dois lados, sem deixar cair o objecto colocado na testa

Variante: rotação unilateral

Desvantagens:

Menor amplitude da rotação para evitar a queda do objecto

Maior preocupação com o objecto do que com a pernada e/ou a rotação

Erros típicos

Hipotética correcção

Menor amplitude da rotação

Tem de fazer 3 pernadas para a direita e 3 pernadas para a esquerda

Menor amplitude da rotação (cont.)

Apontar alternadamente o ombro direito e esquerdo para o tecto

Objecto cai constantemente

Manter olhar fixo para o tecto e não rodar ou elevar a cabeça

Figura 3. Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento da acção dos membros inferiores nas técnicas de nado alternadas

Drill técnico de Membros inferiores (#1)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Desenvolver a força específica dos MI

Diminuir a amplitude da pernada

Contraste com a posição da cabeça imersa


Pernada de Crol com cabeça emersa e sem material auxiliar

Variante: braços junto do corpo

Variante: um braço junto do corpo e outro no prolongamento

Desvantagens:

Menor alinhamento horizontal

Desconforto e/ou dor na zona lombar

Dificuldades em ventilar pela boca

Erros típicos

Hipotética correcção

Desalinhamento horizontal

Elevar a anca, ventilação forte e pernada forte e rápida

Desalinhamento lateral

Manter corpo estável, sem oscilar

Drill técnico de Membros inferiores (#2)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Componente lúdica associada

Sincronizar com a inspiração frontal

Desenvolver a força específica dos MI


Pernada de Crol, sincronizada com a inspiraçãoe apoio num esparguete com nó

Variante: cabeça emersa

Desvantagens:

Menor alinhamento horizontal

Desconforto e/ou dor na zona lombar

Erros típicos

Hipotética correcção

Desalinhamento horizontal

Elevar a anca, ventilação forte e pernada forte e rápida

Dificuldades em ventilar (p.e., engole água)

Deitar o ar fora de forma forte, rápida e activa

MS flectidos e eleva a cabeça

Manter MS estendidos e mandíbula na superfície da água

Drill técnico de Membros inferiores (#3)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Componente lúdica associada

Desenvolver a força específica dos MI

Contraste com posição da cabeça imersa


Pernada de Crol, apoiando as mãos nos ombros do colega empurrando-o

Variante: colocar uma placa ou tapete entre os 2 alunos, a qual será o material de apoio

Desvantagens:

Maior preocupação em ganhar luta

Desconforto e/ou dor na zona lombar

Erros típicos

Hipotética correcção

Desalinhamento horizontal

Elevar a anca, ventilação forte e pernada forte e rápida

Não iniciarem a luta ao mesmo tempo

Só podem começar ao sinal do professor

Emparelhar alunos de níveis muito diferentes

Ser o professor a criar as duplas

Drill técnico de Membros inferiores (#4)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Desenvolver a força específica dos MI

Diminuir a amplitude da pernada

Aumento do ritmo ventilatório


Pernada de Costas com os braços fora de água, apontando para o tecto

Variante: apenas os antebraços fora de água e o braço junto ao tronco

Desvantagens:

Menor alinhamento horizontal

Sem rotação longitudinal do corpo

Erros típicos

Hipotética correcção

Desalinhamento horizontal

Elevar a anca, ventilação forte e pernada forte e rápida

Não manter os MS em extensão completa

Apontar os dedos para o tecto e o MS todo fora de água

Drill técnico de Membros inferiores (#5)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Desenvolver a força específica dos MI

Associar à rotação longitudinal do corpo

Acentua a rotação longitudinal do corpo


Pernada alternada em decúbito lateral, estando om braço mais fundo no prolongamento do corpo

Desvantagens:

Dissocia a rotação longitudinal do corpo por 6 batimentos

Não sincroniza com a acção dos MS

Erros típicos

Hipotética correcção

Desalinhamento lateral

Contrair o “core” (p.e., abdominais), alinhar o MS em extensão com o corpo

Pernada vertical

Apontar ombro e anca do mesmo lado para o tecto

Desalinhamento horizontal

Orelha a tocar no ombro, olhar para o lado na vertical

Drill técnico de Membros inferiores (#6)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Desenvolver a força específica dos MI

Associar à rotação longitudinal do corpo

Acentua a rotação longitudinal do corpo


3 pernadas em decúbito ventral, seguidas de rotação longitudinal do corpo, 3 pernandas em decúbito dorsal e assim sucessivamente

Desvantagens:

Dissocia a rotação longitudinal corpo por 6 batimentos

Não sincroniza com a acção dos MS

Erros típicos

Hipotética correcção

Desalinhamento lateral

Contrair o “core” (p.e., abdominais), alinhar o MS em extensão com o corpo

Pernada vertical

Apontar o ombro e a anca do mesmo lado para o tecto

Desalinhamento horizontal

Orelha a tocar no ombro, olhar para o lado na vertical

Drill técnico de Membros inferiores (#7)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Desenvolver a força específica dos MI

Consciencializar do ritmo da pernada

Consciencializar da amplitude da pernada



Pernada vertical, em zona funda e mãos a fazerscullings (i.e., movimento em “oito” das mãos)

Variante: braços cruzados no peito

Variante: um ou os 2 braços emersos

Consciencializar do movimento a partir da anca

Desvantagens:

Dissocia a rotação longitudinal do corpo por 6 batimentos

Posição corporal “anti-natura” para o meio aquático

Emersão pode estar associada à composição corporal ou à capacidade pulmonar

Erros típicos

Hipotética correcção

Afundar

Pernada tem de ser forte, rápida e curta

Oscilar o corpo para cima e para baixo

Manter o ritmo da pernada constante e com a mesma potência

Drill técnico de Membros inferiores (#8)

Objectivo:

Vantagens:

Desenvolver a força específica dos MI

Desenvolver a força específica dos MI

Consciencializar o movimento da cadeia cinética

Consciencializa do movimento iniciar na anca

Acentuar a propulsão (i.e., vorticidade)

Consciencializa do movimento ser acelerado e com mudança brusca de direcção


Pernada de apenas um dos membros inferiores e o outro no prolongamento do corpo, com material auxiliar

Variante: a perna “inactiva”, dobrada pelo joelho

Variante: 3 vezes a perna direita, 3 vezes a perna esquerda

Variante: 3 vezes a perna direita, 3 vezes a perna esquerda, 6 vezes alternadamente

Desvantagens:

Drill bastante analítico

Pode-se rapidamente desencadear a fadiga

Erros típicos

Hipotética correcção

Não se desloca

Pernada mais forte, rápida e/ou corpo mais alinhado horizontalmente

Demasiada turbulência na água

Menor flexão da anca, manter o pé próximo da superfície da água

Figura 4. Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento da acção dos membros superiores nas técnicas de nado alternadas

Drill técnico de Membros superiores (#1)

Objectivo:

Vantagens:
Efectuar a acção alternada dos MS
Componente lúdica associada
Acção segmentar em aceleração


Braçada de Crol/Costas, apoiado em esparguete
Variante: saida de alunos em vagas onde o aluno de trás tenta apanhar o da frente

Desvantagens:
Posição corporal “anti-natura” para meio o aquático
Dissociado da acção dos MI e da respiração

Erros típicos

Hipotética correcção
Braçada encurtada
Mão sai atrás do corpo
Maior preocupação em ganhar
Incluir um critério técnico no resultado final

Drill técnico de Membros superiores (#2)

Objectivo:

Vantagens:
Elevação do cotovelo na recuperação
Elevação do cotovelo na recuperação
Diminui a duração da recuperação
Crol completo em que a mão deve tocar na axila durante a recuperação, mantendo o cotovelo elevado
Variante: Crol em braçada unilateral

Desvantagens:
Descontinuidade da acção de recuperação
Diminuição da acção ascendente
MS tenso durante a recuperação

Erros típicos

Hipotética correcção
Diminuição da amplitude da acção ascendente
Mão sai com dedo a tocar na coxa
Tocar no ombro e não na axila
Mão relaxada, no prolongamento do antebraço, a tocar na axila

Drill técnico de Membros superiores (#3)

Objectivo:

Vantagens:
Elevar o cotovelo na recuperação
Elevação do cotovelo na recuperação
Relaxar o MS
Diminui a duração da recuperação
Movimento suave e sem interrupções
Crol completo em que os dedos deslizam na superfície da água durante a recuperação, mantendo o cotovelo elevado
Variante: Crol em braçada unilateral

Desvantagens:
Diminuição da acção ascendente
Recuperação lateralizada

Erros típicos

Hipotética correcção
Diminuição da acção ascendente
Mão sai com dedo a tocar na coxa
Tocar na água, mas afastado do eixo de rotação do corpo
Durante o deslize a mão está próxima do corpo e da axila

Drill técnico de Membros superiores (#4)

Objectivo:

Vantagens:
Consciencializar da importância da propulsão
Consciencializar da importância da superfície propulsiva
Consciencializar da importância da posição alta do cotovelo
Consciencializar da importância do final do trajecto motor para a propulsão


Crol completo com os braços dobrados pelos cotovelos e a mão apoiada nas axilas
Variante: Crol em braçada unilateral
Variante: 1 braçada com MS dobrados, seguida de braçada com MS estendidos

Desvantagens:
Dificuldades de sincronização com a respiração
Dificuldades de sincronização com a acção dos MI
Aumento da frequência gestual

Erros típicos

Hipotética correcção
Inspiração atrasada ou precoce
Nadar mais devagar
Muita turbulência na água
Efectuar menor frequência gestual, acelerar o MS desde a entrada até à saída

Drill técnico de Membros superiores (#5)

Objectivo:

Vantagens:
Consciencializar da importância da propulsão
Consciencializar da importância da propulsão com base na força ascensional
Consciencializar da importância da propulsão com base nos movimentos latero-mediais


Com pull-buoy entre as pernas, fazer scullings com as mãos
Variante: fazer pernada de Crol/Costas
Variante: sculling com palma da mão orientada para baixo/frente/trás

Desvantagens:

Drill bastante analítico

Erros típicos

Hipotética correcção
Movimento a partir do cotovelo/ombro
Movimento a partir do punho
Amplitude do sculling exagerado
Movimento de “oito” mais curto
Mãos fora de água em parte do movimento
Manter as mãos sempre imersas

Drill técnico de Membros superiores (#6)

Objectivo:

Vantagens:
Consciencializar da importância da propulsão
Consciencializar da importância da superfície propulsiva
Crol completo com punho fechado
Variante: Crol em braçada unilateral
Variante: 1 braçada com punho fechado, seguida de braçada com palma da mão aberta 

Desvantagens:
Aumento da frequência gestual

Erros típicos

Hipotética correcção
Inspiração atrasada ou precoce
Nadar mais devagar
Muita turbulência na água
Efectuar menor frequência gestual, acelerar o MS desde a entrada até à saída
Cotovelo caído
Manter o cotovelo elevado no instante do “agarre”

Drill técnico de Membros superiores (#7)

Objectivo:

Vantagens:
Consolidar a trajectória da recuperação do MS
Consciencializar da importância do MS passar por cima do ombro
Consciencializar da importância do MS estar estendido
Consciencializar da orientação palmar
Costas completo em que antes do braço voltar a entrar na água, desloca-se novamente em direcção à coxa e só à segunda recuperação inicia novo ciclo gestual
Variante: Costas em braçada unilateral

Desvantagens:
Altera sincronização MI x MS
Menor alinhamento horizontal

Erros típicos

Hipotética correcção
Desalinhamento horizontal
Pernada forte, respiração activa quando o MS está emerso da 1ª vez
Dificuldades de sincronização MI x MS
Concentrar na recuperação do MS (o objectivo do exercício)
Dificuldades em ventilar (p.e., engole água)
Corrigir o alinhamento corporal. Olhar para o tecto

Drill técnico de Membros superiores (#8)

Objectivo:

Vantagens:
Consolidar a trajectória da recuperação do MS
Consciencializar da importância do MS passar por cima do ombro
Consciencializar da importância do MS estar estendido
Consciencializar da orientação palmar


Costas em braçada unilateral, mantendo o outro braço emerso a apontar para o tecto
Variante: 3 vezes o braço direito, 3 vezes o braço esquerdo
Variante: uma vez o braço direito, uma vez o braço esquerdo, seguido de um ciclo gestual completo

Desvantagens:
Técnica de nado descontínua
Menor alinhamento horizontal
Rotação longitudinal unilateral

Erros típicos

Hipotética correcção
Desalinhamento horizontal
Pernada forte, respiração activa quando os dois MS estão emersos
Momento passivo durante a entrada MS
Não parar o MS na entrada, não deslizar neste instante

Figura 5. Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento do ciclo respiratório nas técnicas de nado alternadas

Drill técnico de Ciclo respiratório (#1)

Objectivo:

Vantagens:
Consolidar o ritmo respiratório
Associado à rotação longitudinal e à recuperação do MS


Pernada de Crol com 2 braços no prolongamento do corpo e sincronizada com inspiração lateral. Ao emergir a face, o braço do lado da rotação, flecte e toca na testa. Ao imergir a face, o braço volta a ficar no prolongamento do corpo
Variante: 3 vezes para cada lado
Variante: inspiração bi-lateral

Desvantagens:
Alteração do trajecto motor da recuperação
Possibilidade de entrada próximo da cabeça

Erros típicos

Hipotética correcção
Elevação da cabeça
Manter a orelha em contacto com o ombro
Dificuldades em ventilar (p.e., engole água)
Acentuar a rotação longitudinal, ombro livre aponta para tecto

Drill técnico de Ciclo respiratório (#2)

Objectivo:

Vantagens:
Consolidar o ritmo respiratório
Adaptar o ritmo respiratório à frequência gestual


Sincronizar Costas completo com a respiração. Um ciclo em ritmo lento em que inspira e expira. Um ciclo em ritmo moderado em que inspira e expira numa braçada. Um ciclo em ritmo rápido em que inspira numa braçada e expira na outra

Desvantagens:
Menor concentração noutros aspectos da técnica

Erros típicos

Hipotética correcção
Ritmo ventilatório assíncrono
Entrada em estado de fadiga e hiperventilação (recuperar)
Dificuldades em ventilar (p.e., engole água)
Corrigir a posição corporal. Reduzir a turbulência em torno do corpo

Figura 6. Proposta de drill técnicos para ensino e aperfeiçoamento da sincronização inter-segmentar nas técnicas de nado alternadas


Drill técnico de Sincronização (#1)

Objectivo:

Vantagens:
Incrementar a força propulsiva
Aumento do impulso por ciclo
Consciencializar para alternância das acções MS
Aumento da variação da velocidade instantânea


Costas com braçada simultânea

Desvantagens:
Descontinuidade da propulsão
Sem rotação do corpo

Erros típicos

Hipotética correcção
Entrada MS fora do eixo rotação
Aproximar os MS das orelhas
Emersão da cabeça
Olhar sempre para o tecto

Drill técnico de Sincronização (#2)

Objectivo:

Vantagens:
Incrementar a força propulsiva
Aumento do impulso por ciclo
Consciencializar para a alternância das acções MS
Aumento da variação da velocidade instantânea


Braçada de Costas com pernas de Bruços em decúbito dorsal

Desvantagens:
Descontinuidade da propulsão
Sem rotação do corpo
Necessidade de domínio da técnica de Bruços

Erros típicos

Hipotética correcção
Emersão da cabeça
Olhar sempre para o tecto
Acção alternada dos MI de Bruços
Fazer pernada simultânea
Fazer apenas acção dos MS ou dos MI
Numa pernada um MS entra, na outra pernada entra o segundo MS

Drill técnico de Sincronização (#3)

Objectivo:

Vantagens:
Incrementar a força propulsiva
Aumento do impulso por ciclo
Consciencializar para alternância das acções dos MS
Aumento da variação da velocidade instantânea


Braçada de Crol com pernas de Bruços em decúbito ventral

Desvantagens:
Descontinuidade da propulsão
Sem rotação do corpo
Necessidade de domínio da técnica de Bruços

Erros típicos

Hipotética correcção
Inspiração atrasada ou precoce
Respirar quando o MS sai da água
Acção alternada da acção dos MI de Bruços
Fazer a pernada simultânea
Fazer apenas a acção dos MS ou dos MI
Numa pernada um MS entra, na outra pernada entra o segundo MS

Drill técnico de Sincronização (#4)

Objectivo:

Vantagens:
Incrementar a eficiência de nado
Aumento da distância de ciclo
Aumento do índice de nado


Crol completo maximizando a amplitude da braçada
Variante: nadar uma piscina no menor número de braçadas possíveis
Variante: uma braçada curta, seguida de uma braçada “gigante”

Desvantagens:
Diminuição da velocidade nado
Descontinuidade propulsiva

Erros típicos

Hipotética correcção
Aumento da descontinuidade entre ciclos
Mal um MS sai da água, o outro entra
Menor aceleração do MS no trajecto motor
MS entra devagar e sai da água depressa

Drill técnico de Sincronização (#5)

Objectivo:

Vantagens:
Dissociar a acção dos MS e dos MI
Componente lúdica associada
Dois alunos em decúbito ventral em que o de trás segura-se nos pés do da frente. O aluno de trás faz a pernada de Crol e o da frente a braçada de Crol
Variante: o mesmo na técnica de Costas
Variante: o aluno de frente em decúbito ventral e o de trás em decúbito dorsal
Variante: o aluno de frente em decúbito dorsal e o de trás em decúbito ventral

Desvantagens:
Descontinuidade da propulsão
Sem rotação do corpo
Menor alinhamento horizontal

Erros típicos

Hipotética correcção
Perda de contacto entre a dupla
Aluno da frente deve bater os MI muito devagar
Perda de contacto entre a dupla (cont.)
Aluno de trás deve estar com cabeça imersa

Drill técnico de Sincronização (#6)

Objectivo:

Vantagens:
Aumentar a sujeição a força de arrasto
Componente lúdica associada


Crol completo, conduzindo uma bola entre os braços e cabeça emersa (i.e., Condução de bola do Polo Aquático)
Variante: estafeta
Variante: condução seguida de remate ou lançamento

Desvantagens:
Menor alinhamento horizontal
Trajecto motor dos MS encurtado
Não sincroniza com o ciclo respiratório

Erros típicos

Hipotética correcção
Perde a bola
Manter os cotovelos elevados e a bola próximo da cara, entre braços
Rotação da cabeça emersa
Manter o olhar fixo à frente
Desalinhamento horizontal
Pernada forte e curta

Drill técnico de Sincronização (#7)

Objectivo:

Vantagens:
Induzir aumento da eficiência de nado
Componente lúdica associada
Maior velocidade de nado devido ao apoio fixo
Maior eficiência propulsiva e de índice de nado


Crol completo, puxando o separador de pista com a mão
Variante: idem na técnica de Costas

Desvantagens:
Menor sensibilidade ao apoio na água
Menor rotação longitudinal do corpo
Trajecto motor rectilíneo

Erros típicos

Hipotética correção
Cotovelo caído
Manter o cotovelo elevado no instante do “agarre”
Desalinhamento horizontal
Contrair músculos do “core”. Manter pernada viva e ritmada
Não estender MS no fim trajecto motor
Esticar o MS no final e sentir impulso do corpo para a frente


21 de mai. de 2014

O QUE É...!!! CRISLAINE

slackline é uma diversão que prepara o físico e vem sendo praticado como um esporte de equilíbrio, onde o atleta tem que se manter em cima de uma fita de nylon enquanto executa manobras e acrobacias.
Indicado para todas as idades, o slackline estimula não só o equilíbrio como também a coordenação motora e a concentração, já que para ficar em pé numa corda bamba é preciso muita disciplina.
A grande atração do slackline é que ele é feito geralmente ao ar livre, chamando a atenção de quem passa. Basta ter duas árvores próximas ou dois postes ou qualquer lugar onde a fita possa ser amarrada e pronto, é só começar a praticar.
Com uma distância de 30cm a 1m do solo, os praticantes de slackline se divertem enquanto ganham força e resistência muscular, pois este esporte exige bastante de regiões como abdômen, pernas e braços.
Outra vantagem do slackline é que ele possui algumas variações, muito chamativas e divertidas para quem pratica:

Slackline Waterline

Slackline sobre a água. Uma brincadeira divertida que pode ser feita na piscina, agregando toda a família, desde os avós até as crianças menores.
É uma ótima opção para quem está iniciando no esporte, já que a queda é amortecida pela água.

Slackline Highline

Slackline-highline-alturas
É o slackline em grandes alturas, como montanhas e penhascos. Indicado somente para pessoas que já possuem experiência com escalada e rapel, pois exige bastante concentração e cuidado.

Slackline Trickline:

É uma modalidade mais radical do slackline, onde você faz manobras em cima da fita. Também é indicado para pessoas mais experientes no esporte, já que a destreza para realizar as acrobacias leva um tempo para ser adquirida.

Slackline Longline:

Slackline-longline-longa-distância
Slackline para pessoas que gostam de desafios, o longline é feito sobre uma fita maior do que o comum, podendo chegar a cerca de 40m de comprimento.
Flexibilidade, agilidade, coordenação motora e consciência corporal são alguns dos ganhos que o praticante de slackline obtém, melhorando consideravelmente sua qualidade de vida e disposição para outros desafios.
Além disso, para quem deseja tonificar os músculos, o slackline se mostra bastante eficaz, pois é preciso um esforço bastante grande para manter-se equilibrado sobre a fita.
Com cerca de duas horas de slackline por semana você percebe ainda uma redução considerável do cansaço e perda de peso, já que é um esporte que faz o metabolismoacelerar.
Também é eficaz na prevenção de lesões, já que fortalece músculos e tendões a um só tempo.

Vantagens do Slackline

  • Barato
  • Pode ser praticado por qualquer pessoa
  • Pode ser praticado em qualquer lugar
  • Trabalha o corpo de maneira completa e integrada

Benefícios do Slackline

  • Maior flexibilidade;
  • Estimula a coordenação motora e o equilíbrio;
  • Melhora a consciência corporal;
  • Desenvolve agilidade;
  • Auxilia na perda de peso;
  • Tonifica os músculos e tendões prevenindo lesões.

FONTE DE PESQUISA:

PARA SABER MAIS SOBRE O MATERIAL QUE COMPÕEM O EQUIPAMENTO DO SLACKLINE ACESSE:

20 de mai. de 2014

O QUE É...??? ATLETISMO

Atletismo é o conjunto de esportes: 


Que são formado por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos.



O atletismo nasceu na Grécia, onde foram criados os estádios para realização das corridas a pé. Foi na Grécia também que houve o primeiro registro de uma competição de atletismo, durante as Olimpíadas realizadas em 776 a.C.



A corrida envolve estratégia, técnica e bom condicionamento físico do atleta. As corridas são divididas em curta distância ou de velocidade; média distância ou de meio fundo; e longa distância ou de fundo. A pista de corrida contém oito raias, com largura mínima de dez metros. 




As modalidades oficiais de arremesso e lançamentos abrangem: 

  • Arremesso de peso, e 
  • Lançamentos de martelo, disco e dardo.

Esses são realizados dentro de áreas limitadas.

  • As provas de salto dividem-se em:provas de salto vertical e de salto horizontal. 
  • As provas de salto verticais implicam o salto em altura e o salto com vara. 
  • As provas de salto horizontal abrangem o salto em distância e o salto triplo.

O atletismo possui quarenta e duas modalidades atualmente, sendo vinte e oito olímpicas disputadas por homens e mulheres em campo, ao ar livre ou em espaço fechado. Além de estar presente em competições olímpicas, nos Jogos Pan-Americanos, são realizados também campeonatos mundiais, regionais e encontros de atletismo.



Curiosidade: A corrida de São Silvestre, realizada todos os anos em São Paulo no dia 31 de dezembro, foi criada em 1925, e era incialmente disputada apenas por brasilieros; porém tornou-se uma prova mundial e popularizou o esporte no país.E, nos Jogos Modernos, desdobraram-se em provas de: 

  • Pista (de velocidade, meia e longa distância, revezamento, com barreiras e obstáculos), 
  • Salto (em distância, em altura, triplo e com vara), 
  • Arremesso (de peso), 
  • Lançamento (de disco, de dardo e de martelo), 
  • Rua (maratonas e marchas) 
  • Combinados (heptatlo e decatlo).

Forças: Os Estados Unidos representam a maior força mundial do atletismo. Na última Olimpíada, o país ganhou oito medalhas de ouro e acabou como maior vencedor do esporte. O país ainda levou 12 pratas e cinco bronzes.



Em provas de longa distância, o domínio é dos países africanos, entre os quais se destacam Etiópia e Quênia. Cuba, Inglaterra, Rússia e países da América Central também são presenças constantes em pódios.



Historicamente, os melhores resultados do Brasil no atletismo em Olimpíadas são no salto triplo, com Nélson Prudêncio, Adhemar Ferreira da Silva e João do Pulo entre os destaques. Na última Olimpíada, Vanderlei Cordeiro de Lima, com o bronze na maratona, foi o único medalhista brasileiro.


O atletismo; base de todos os outros esportes, nasceu naturalmente da necessidade de correr, saltar e lançar objetos, desde a antiguidade, ajudando a sobrevivência de nossos ancestrais.


A corrida e os saltos, por exemplo, eram utilizados para escapar das presas dos animais carnívoros. O lançamento de objetos para se defender e matar animais que serviam de alimentos.


Desta forma, homens e mulheres foram adquirindo habilidades, que , mais tarde, foram aprimoradas e adaptadas para as competições de atletismo.


Os jogos olímpicos já eram utilizados há mais de um século quando os gregos organizaram as primeiras olimpíadas, em 776 a.c. os jogos olímpicos foram criados pelos gregos como uma forma de homenagear Zeus, a quem ofereciam a beleza de seus corpos de formas perfeitas. Os atletas competiam nus. O tempo entre os jogos era chamado olimpíada. Estas eram organizadas a cada quatro anos no mês de julho ou agosto. No começo, os jogos duravam apenas um dia e se competia em apenas uma prova: a corrida. Em 776 a.c., Corobeus, de Atenas, tornou-se o primeiro atleta a ganhar uma prova olímpica. Ele venceu a prova de velocidade dos 192 metros, tornando-se o primeiro e o mais antigo herói do atletismo. 





FONTES DE PESQUISA:



3 de mai. de 2014

GLOBO CIÊNCIA - CÂNCER DE PELE...!!!


  • COMO DOSAR O SOL DE CADA DIA?
  • COMO A CIÊNCIA PODE AJUDAR NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PELE?
ATÉ O FINAL DOS ANOS 50, NINGUÉM SABIA QUE O SOL FAZIA MAL A PELE, SENDO QUE A MODA ERA SER BEM BRONZEADO, QUANTO MAIS DOURADO A PELE MELHOR.

MAS NA DÉCADA DE 70 FORAM DESCOBERTAS FALHAS NA CAMADA DE OZÔNIO, CAMADA QUE EU GOSTO DE APELIDAR DE "PROTETOR SOLAR NATURAL" CONTRA OS RAIOS MAIS NOCIVOS DO SOL O UV-B (RAIOS ULTRA VIOLETA).

NOS ANOS 90 OS CASOS DE CÂNCER DE PELE AUMENTARAM 1.000%, COM RELAÇÃO AOS ANOS 50.


  • MAS QUAIS SERIAM OS RISCOS CAUSADOS PELA EXPOSIÇÃO ESCESSIVA AO SOL?
  • QUAL PARTE DO CORPO QUE MAIS APARECE CÂNCER DE PELE?
CURIOSIDADE: SABIAM QUE EXISTE ROUPAS QUE TEM PROTEÇÃO CONTRA OS RAIOS ULTRA VIOLETA - UV.

ROUPAS: (FATOR DE PROTEÇÃO ULTRAVIOLETA) FPU 50+

PARA SABER MAIS ACESSE:

Globo Ciência - 01/02/2014 - Câncer de pele 
- íntegra -


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, ATÉ APROXIMA...!!!

26 de abr. de 2014

"2ª Etapa Correr e Caminhar com Saúde" 27/04/2014

Com percurso de 7000 mil metros para corrida e 3500 metros para caminhada,será realizada no próximo dia 27,a segunda etapa da prova pedestre "Correr e Caminhar com Saúde" promovida pelo departamento de pedestrianismo da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer.

Os inscritos,com opção de correr ou caminhar,poderão participar nas categorias: 
Juvenil(nascidos em 1999 a 1996);
Adulto- nascidos em 1995 a 1985);
Veterano A para nascidos em 1984 a 1975;
Veterano B -nascidos em 1974 a 1965;
Veterano C para nascidos em 1964 a 1955 e 
Veteraníssimo aqueles nascidos acima de 1954.

Será realizada neste domingo,a partir das 8h30.

O trajeto da prova terá sua largada nas proximidades do Paço Municipal Joaquim Aleixo Machado,Jardim Marabá, o percurso com total de 7000 mts para corrida e 3500 mts. 

Para caminhada,terá o seguinte trajeto: 
  • Rua José Soares Hungria,
  • Rua Maurício Tambelli,
  • Rua Carlos Cardoso,
  • Rua Otávio de Freitas,
  • Rua José Soares Hungria,
  • Rua Maurício Tambelli,
  • Avenida Wenceslau Bráz(à direita) 
  • Retorna no final do asfalto; 
  • Rua Miguel Pucci(à esquerda),
  • Rua Carlos Cardoso(à direita),
  • Rua Otávio Freitas(à esquerda) e 
  • José Soares Hungria(à esquerda).
A Comissão Organizadora solicita aos inscritos, o comparecimento com antecedência de 1 hora para retirada dos números,além da doação de um kilo de alimento não perecível,exceto sal e farinha,que será destinado para às famílias assistidas no Município.

Serão realizadas +quatro (4) etapas depois dessa,sendo uma corrida por mês.
Sendo um total de 6 etapas planejadas.

Haverá premiação de medalhas.

As inscrições poderão ser feitas:
pelo e-mail: esporte@itapetininga.sp.gov.br ou no Ginásio Ayrton Senna, localizado na avenida José de Moraes Terra ,1000,Vila Barth, com maiores informações pelos telefones (15)32717926- (15) 32717342. 

A organização solicita aos inscritos um litro de leite para doação de entidades do Município.

REALIZAÇÃO: 

APOIO: 

BOM DIA, VAMOS CAMINHAR OU CORRER....!?!?!?!?


  • E AI GALERA QUEM PREFERE CAMINHAR OU CORRER?
  • SERÁ QUE ESTÁ CAMINHANDO E CORRENDO DE FORMA CERTA OU ERRA?
  • COMO SERIA CAMINHAR E CORRER DE FORMA CERTA?
  • TEM TÊNIS CERTO PARA ISSO?
  • E CAMINHAR OU CORRER DESCALÇO, FAZ BEM OU MAL?
HOJE EM PLENO SÁBADO DE MANHÃ, ASSISTINDO TELEVISÃO, ACABO DE ACOMPANHAR O "GLOBO CIÊNCIA", QUE COMENTAVA E EXPLICAVA ALGUMAS COISAS SOBRE O CAMINHAR E O CORRER.

PARA ASSISTIR A REPORTAGEM ACESSE:

Globo Ciência - Exercício físico - 26/04/2014 - íntegra -

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, ATÉ APROXIMA...!!!

25 de abr. de 2014

O QUE É UM TCC E COMO FAZER UM...???



FONTE DE PESQUISA:

Quando o final do curso superior vai se aproximando o fantasma do TCC (Trabalho de Conclusão do Curso)  vai se aproximando dos alunos. Se você não sabe o que é TCC ou como fazer um veja as nossas dicas e descubra que não é tão difícil quanto parece.

Fazer um TCC é algo que realmente leva algum tempo da vida do estudante, porém, conhecendo a sua estrutura (que é fixa pelas normas da ABNT) fica bem mais simples. Mas, antes de irmos para a estrutura é importante que você entenda que esse tipo de trabalho é um tipo de dissertação cientifica que possui um estilo monográfico.

Uma diferença interessante entre Monografia e TCC é que o primeiro é feito individualmente e o segundo pode ser feito em grupo e ter um caráter prático também. Para fazer TCC é necessário que o aluno tenha um pré-projeto aprovado pelo professor orientador.

Esse pré-projeto deve conter a problematização que o aluno deseja estudar assim como as formas como ele pretende fazer essa pesquisa. Após ter o seu pré-projeto aprovado chega o momento de fazer o trabalho propriamente dito. Como Fazer um TCC – Estrutura:

Páginas pré-textuais:

Capa – Item Obrigatório
Folha de rosto – Item Obrigatório
Folha de aprovação – Item Obrigatório
Dedicatória – Item Opcional
Agradecimentos – Item Opcional
Epígrafe – Item Opcional
Resumo – Item Obrigatório
Sumário – Item Obrigatório
Lista de ilustrações – Item Opcional
Listas de abreviaturas e siglas – Item Opcional
Listas de notações – Item Opcional

Logo na sequência desses itens vêm os elementos textuais:

Introdução – Item Obrigatório
Desenvolvimento –Item Obrigatório
Conclusão ou Considerações finais – Item Obrigatório.

Também existem os elementos pós-textuais:

Referências bibliográficas – Item Obrigatório
Obras consultadas – Item Opcional
Apêndices – Item Opcional
Anexos – Item Opcional
Glossário – Item Opcional.


O trabalho exige o aluno pesquisa com levantamento bibliográfico e alguns casos até mesmo entrevistas com pessoas ligadas a área de estudo para defender e comprovar algum ponto de vista do estudante. Porém, saber como fazer TCC não é tão difícil quanto parece, basta elaborar uma boa problemática para pesquisa.

Até mais!