PESQUISE USANDO AS DATAS DAS MATÉRIAS:

Mostrando postagens com marcador DATAS COMEMORATIVAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DATAS COMEMORATIVAS. Mostrar todas as postagens

8 de mar. de 2016

EU PARTICIPEI...!!! DIA 8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER


 Que tal dar um trato e ainda por cima de graça? O encontro ocorreu na praça do Forum antigo! Das 09:00 até 12:00, teve serviços de beleza e saúde gratuitos para comemorar o Dia Internacional da mulher! Parabéns a todas nós...!!!









 Eu fui e você?


Relatório: DIA 8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Realizada Dia: 08/03/2016, Evento realizado na: Praça Peixoto Gomide em frente ao Fórum Velho de Itapetininga.

Foi um evento que contou com a presença da FKB – que ofereceu a avaliação de IMC e de auriculoterapia e a apresentação de dança e ritmos para animar a galera, com um grupo de dança composto por alunas do curso de Educação Física - FKB, teve a presença do Grupo Embeleze com manicure, sobrancelha, maquiagem e penteado, teve a presença de nutricionista e da turma de enfermagem, realizando a aferição de preção arterial, foi um dia de muita alegria e de descontração.

·         SEGURANÇA:
A assistência dada ao evento foi maravilhosa, contou com a presença de viaturas da policia e do SAMU.

·         PONTOS NEGATIVOS:
Poderia ter tido melhor divulgado a população, e ter tido melhor localização com um maior espaço para a realização de atividades como exercícios de alongamento e relaxamento, como um espaço maior para convidar a turma para participar de uma dança ou brincadeira, e acrescentar um ponto de água para os participantes.


19 de nov. de 2015

15 de mai. de 2015

DIA 15 de MAIO de 2015 - DIA INTERNACIONAL DA SEGURANÇA AQUATICA

Afogamentos - Pandemia Global. 388.000 mortes por afogamentos acontecem anualmente, mas esse número não é o real pois exclui 77 países da África, Ásia e Oriente Médio e não inclui também catástrofes, enchentes, acidentes com meios de transporte. Portanto, o número real é muito maior caracterizando uma pandemia. 96% dos afogamentos acontecem em países não desenvolvidos. A falta de consciência e de educação em segurança aquática continua impulsionado as mortes por afogamento. Ajude a divulgar a segurança aquática. Esforçando-se para fazer um planeta que é 70% água, em 100% água segura.

22 de abr. de 2015

DIA 22 de ABRIL de 2015 - DIA DO PLANETA



Clima

Por que o calor bateu recordes nas regiões Sul e Sudeste

São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro registraram recorde de temperatura no mês de janeiro. Uma região de alta pressão instalada entre o Sudeste e o Sul barra a formação de nuvens, diminui as chuvas e aumenta o calor

Praia do Arpoador
A média de temperaturas do Rio de Janeiro neste mês chegou aos 33,9, acima da esperada pelos meteorologistas(Gabriel de Paiva/Agência O Globo/VEJA)
Janeiro é o mês mais quente de São Paulo nos últimos 71 anos. A temperatura média ficou em 31,9 graus Celsius, a mais quente desde que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) começou a fazer o levantamento, em 1943. A marca superou o antigo recorde de 31,8 graus Celsius, registrada em fevereiro de 1984.

Maiores médias de temperatura em São Paulo

POSIÇÃOMÊS / ANOTEMPERATURA
jan/201431,9°C
fev/198431,8°C
fev/200331,6°C
jan/195630,9°C
fev/199930,9°C
fev/201030,9°C
jan/199830,8°C
jan/199930,8°C
fev/197730,7°C
10ºmar/200730,7°C
11ºfev/201230,7°C
A previsão é que, nos próximos dias, o calor continue e a umidade fique em torno dos 30% entre o início e o meio da tarde. As máximas devem ser de 33 a 35 graus Celsius.
Em Porto Alegre, este é o janeiro mais quente desde 1916, ano em que Inmet passou a fazer seus registros na capital do Rio Grande do Sul. A temperatura média do mês foi de 33 graus Celsius, quatro décimos acima do recorde anterior, de janeiro de 1953. Na última quinta-feira, a sensação térmica foi de 41 graus Celsius.
Enquanto isso, a Zona Oeste do Rio de Janeiro enfrenta o verão mais infernal dos últimos 30 anos, com a temperatura média em janeiro de 36,5 graus Celsius. Em toda a cidade, a temperatura média registrada é de 33,9 graus Celsius, maior que os 33,1 graus Celsius esperados pelos meteorologistas.
Leia também:
Frio nos EUA, calor no Brasil: os perigos das temperaturas extremas para o corpo
O ano de 2013 está entre os mais quentes da história


Calor recorde – Uma das explicações para o calor intenso do mês está no ar quente e seco que se instalou entre o Sudeste e o Sul. Uma região de alta pressão, localizada acima do oceano Atlântico, entre o oeste africano e o leste da América do Sul, expandiu-se para uma área que chega até Brasília e passa por Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Esse fenômeno inibe a formação de nuvens, impedindo as chuvas que reduzem as temperaturas. "Sua abrangência está maior, deixando o ar mais seco e quente. Quanto mais seco, menos nuvens, o que significa também que parte da energia solar que seria refletida por elas está indo direto para a superfície, elevando ainda mais a temperatura”, afirma Augusto Pereira Filho, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP). 
De acordo com o Inmet, o forte calor de janeiro está associado também a não formação de uma área de escoamento de vapor d’água com origem na Amazônia, chamada zona de convergência do Atlântico Sul. Ela é responsável por dias mais nublados, úmidos e chuvosos. E também não houve a passagem de frentes frias que provocassem declínio nas temperaturas sobre o Estado.
"Essa falta de umidade está se mantendo: tivemos um inverno muito seco e frio e agora temos um verão muito seco e quente. Essa situação provoca a evaporação rápida da água de rios e dos reservatórios. E isso pode trazer consequências como a falta de água e de energia", diz Pereira Filho. 
Falta de chuvas – Além do calor elevado, os Estados sofrem as consequências da distribuição desigual de chuvas no país desde o fim do ano passado. No início do verão houve muitas chuvas em Minas Gerais, Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. No leste de Minas Gerais e no norte do Espírito Santo não chovia tanto desde 1979. Essa umidade, entretanto, não alcançou São Paulo.
Dezembro foi o terceiro mês menos chuvoso dos últimos 71 anos na capital, só perdendo para os anos de 1999 e 1963, segundo dados do Inmet. As chuvas na capital de São Paulo atingiram o volume de 237,9 milímetros, inferior à média histórica de 265,6 milímetros.
Com isso, o reservatório da Cantareira, que abastece a Grande São Paulo, está com 22,4% da capacidade total, o menor nível em seus 39 anos de operação, de acordo com dados divulgados na quinta-feira pela Sabesp, empresa encarregada dos sistemas de água e esgoto no estado. No Rio de Janeiro, a previsão do Inmet é que não haja chuvas até 8 de fevereiro. "Há uma combinação de fatores meteorológicos globais que levou a atmosfera a estar mais seca este ano. E, de acordo com o prognóstico para este trimestre, as chuvas devem chegar ao Estado com força em fevereiro e março, o que pode causar problemas nas cidades", afirma Pereira Filho.
Fenômeno local – Ainda não é possível saber se o calor intenso está ligado a um fenômeno maior relacionado ao clima. "É preciso lembrar que as estações meteorológicas estão em ambientes urbanos que refletem as condições locais das ilhas de calor. A região metropolitana de São Paulo é um caso típico e essas temperaturas exacerbadas não são representativas de uma área maior", afirma Pereira Filho. "Trata-se de fenômenos locais, com influência muito pequena no balanço de energia global. Além disso, calor e frio intensos são variabilidades climáticas normais, resultado da interação com sistemas maiores no globo. Há muita incerteza sobre estes assuntos, e eles ainda são objetos de investigações para descobrir sua origem."